Olá,

Colaboradora: Bazahger

 CARTA DANÇARINA
Postado por : Sheyla

Este e-mail é de uma ex-dançarina do Michael Jackson, ela achou que ele tinha morrido mesmo, foi desesperada até o velório e enterro pra buscar informações e acabou descobrindo que é tudo uma farsa mesmo. Ela mandou pra um fórum de investigações há algum tempo, mas estou mostrando aqui porque achei viável tudo que ela disse.

A CARTA:

Olá, primeiro quero deixar claro de que sou alheia a qualquer tipo de conspiração ou grupos investigatórios, venho por meio desta relatar o que meus olhos testificaram e o que minha consciência fala todos os dias, não quero manipular ou persuadir a opinião de ninguém, quero apenas expressar o que estou sentindo, e compartilhar de alguns momentos que tenho testemunhado, ao mesmo tempo em que não posso acreditar de que tudo isto está acontecendo comigo.

Chamo-me Dayse Vicentino e sou de Toronto Canadá, aos 19 anos recebi um convite muito especial. Danço desde os 2 anos e cresci em escolas especializadas em balé clássico, já integrei vários espetáculos e já percorri o mundo com eles, porém, nenhum deles foi tão impactante quanto os apenas oito meses que trabalhei com Michael Jackson em 1992, fui escolhida a dedo por ele mesmo depois de um espetáculo que fiz em Las Vegas, assim também como alguns colegas meus também foram escolhidos, na época sua equipe estava montando o elenco que integraria sua próxima turnê. Assinei um contrato de um ano e, embora não tenha cumprido o contrato por motivos que não quero expressar nesta postagem, a equipe sempre se modificava com o passar dos anos e éramos cientes disso. Apesar do curto período viramos uma família, fiz grandes amizades que cultivo até hoje, mesmo com pessoas que estavam perto de MJ até sua morte.

Minha experiência com Michael se resume em tudo aquilo que ele sempre quis passar a todos, ele era humilde e aprendi valores de conduta, postura e moral. MJ adorava se misturar junto a bagunça que fazíamos, todos pareciam crianças, principalmente quando ele estava presente. Jamais esquecerei o dia que ele cancelou um almoço em Encino para ensaiar e depois comer sanduíche de atum conosco, todos sentados no chão, rindo bastante, Michael como sempre fazia involuntariamente, era o centro de todas as atenções. Hoje sou instrutora da University Dance Montreal, dou aulas e realizo pequenos seminários em algumas cidades, me especializei em dança contemporânea e pretendo montar um grande espetáculo em 2011.

Eu estava em San Diego quando soube do que aconteceu a MJ, por um momento tive a sensação de que todos os sonhos que um dia ele ajudou a construir haviam se partido em pequenos pedaços, parecia mentira que aquele homem tão eletrizante havia parado, que aquela voz magnífica se calou. Como não estava muito longe de L.A. fui tentar obter mais informações e participar das cerimônias de sua despedida, embora fosse difícil pra mim, eu precisava encontrá-lo para dizer adeus. Para que minha meta desse certo, eu contava com a ajuda de Janet Jackson, ensaiei com ela e sua equipe durante algumas semanas e com isso criamos vínculo de amizade na época, e da mesma forma contava com a cooperação de um de seus agentes Schirand Davdson, ao ligar para meu amigo Jobert que integrou a companhia em pessoa me atendeu disse não me conhecer, apesar de estar certa que me conhecia, falei que poderia lhe apresentar uma credencia card com minha foto comprovando que participei do corpo de bailarinos, expliquei a ele que eu e algumas pessoas que trabalhou com MJ, entre dançarinos, backs, roadies, músicos e assistentes pretendíamos fazer-lhe uma homenagem, mas desculpando-se ele me explicou que não há mais lugar nas reservas feitas para pessoas mais próximas como família e amigos. Disse que deveríamos comprar os ingressos como todos estavam fazendo se quiséssemos ir ao Staples Center.

Jobert me falou que as pessoas que o homenageariam seriam as que tiveram vínculo e aproximação com MJ, mas não foi o que eu vi, fui ao Staples e Queen Latifah que jamais o conheceu, fora alguns artistas que nunca estiveram a presença de Michael, se apresentaram e falaram sobre ele, apenas como pessoas que o admiravam como fãs, porém, sem nenhuma experiência com ele pra contar. Logo após o funeral, insisti em ligar a Schirand e lhe disse “Ok, será que eu poderia comparecer ao velório reservado? Gostaria de vê-lo pela última vez”, mas Schirand me respondeu “Não seja boba, Michael jamais permitiria que o vissem morto, desculpe, mas este velório é reservado a família” e desligou sem nenhuma explicação. Dois dias depois consegui ligar para Encino e tentei falar com Sra. Katherine, depois da confirmação de que ela não estava, falei com um dos empregados que insistiu em dizer que não estava autorizado a falar nada a respeito do velório, mas consegui o número de Janet. Quando liguei para sua casa um homem atendeu, me senti em um interrogatório, ele me fazia todo tipo de pergunta, depois que falei e até chorei ao telefone, ele me ofendeu das palavras mais desrespeitosas que alguém pode ouvir, ele achou que eu estava mentindo e tive que desligar o telefone pois a ofensa me deixou ainda mais magoada.

Oito dias depois de Michael falecer soube que sua dívida somava mais de U$ 600,000,000,00, no mesmo dia Aida minha ex-colega me contou que suas dívidas estavam sanadas há um ano, porém nada havia sido divulgado por conta de processos ainda em andamento, os bens e fortuna de Michael ultrapassavam com facilidade este valor, me perguntei que outro fato o levou a esconder de que não estava falido, Michael planejava muitas coisas, dentre elas, comprar um edifício em Las Vegas e transformá-lo em uma espécie de casa de jogos para crianças, enquanto os pais jogavam, as crianças se divertiam na instalação que Michael pretendia criar.

Estou contando esses fatos, por que foi exatamente aí que comecei a pensar que talvez Michael não tenha morrido. Obtive as primeiras suspeitas no dia que liguei para os serviços funerários que prepararam o corpo de MJ, queria informações, mas somente me disseram que aguardavam um figurinista para o vestirem. No mesmo dia já de noite, liguei novamente e outro funcionário atendeu, disse que nada poderia falar sobre Michael, menti que era sua maquiadora e perguntei se o figurinista já havia ido por lá, o funcionário falou “Não, ele já está pronto há dois dias”, um fato estranho, mas nem tão importante naquele momento. Lembrei que no dia do funeral, percorri alguns corredores do Staples eu e alguns amigos na esperança de encontrar Janet, minutos antes de começar o funeral, quando a vi, ela virou o rosto, os filhos de MJ brincavam de correr e sorriam entre si, vi Randy Jackson arriscar alguns passinhos de dança rosto a rosto com a esposa, me senti nos bastidores de uma peça de teatro onde os atores se descontraem na coxia para em seguida exercer o seu papel diante do público, neste caso, diante do mundo. Fiquei enfurecida e quase furo a barreira de seguranças para brigar com todos pelo MJ, eu estava mais abalada que sua família, cochichos, segredos no pé do ouvido, como se escondessem algo, só sei dizer que esse segredo os confortou bastante.

Alguns dias depois do funeral fui ao encontro de Thomas Patrow, ele trabalha com Michael desde HIStory e foi muito gentil comigo, o enchi de perguntas sobre MJ, seus filhos, família, como ia ficar sua carreira e perguntei sobre quando seria o enterro, Thomas me disse “Estão todos bem, estão superando aos poucos pois já se passaram alguns dias, já sua carreira vai alavancar como se ele ainda estivesse vivo”. Quis saber sobre o enterro, falei meu interesse em participar, porém ele disse que o privilégio era apenas dos íntimos. Falei que muitos profissionais que trabalhavam com MJ estavam tristes por não ter a chance de se despedir, Thomas insistiu que a família não queria, pediu para que mandássemos flores ao cemitério para expressar condolências, falei que nem mesmo Dickson Collen que tanto ajudou MJ na parte instrumental iria ao enterro, Thomas me disse que Dick havia sido convidado. Quando liguei para Dick, ele desconhecia qualquer tipo de convite feito pelo cerimonial, ele não foi, nem ele, nem ninguém da antiga companhia. Dick havia me dito que no Staples Center tentou se aproximar do caixão de Michael na saída, Dick queria tocá-lo quando foi empurrado por um dos seguranças, achei aquilo monstruoso e uma completa falta de respeito com um músico do qual Michael tinha tanto respeito. Outro fato bastante curioso aconteceu quando no dia seguinte ao funeral, queria saber se Michael havia sido ou não enterrado, precisava de alguma notícia, então liguei para o Staples e como não me atenderam fui até lá, quando cheguei haviam algumas pessoas tirando fotos, eles me pareciam Irlandeses, um deles me falou que tinha certeza que o caixão de Michael ainda estava ali, pois depois do velório não houve nenhum sinal de que, de fato, havia saído de lá, então, fui tirar minhas próprias conclusões.

Tive absoluta certeza de que tudo não passava de uma mera farsa, por favor, não me perguntem como e nem onde, pois não revelarei ou farei qualquer citação de como descobri, mas o que posso dizer é que, de fato, o caixão ainda estava lá e lá permaneceu por alguns dias e sim, o caixão estava completamente vazio, posso afirmar que minha fonte é muito segura, tão segura quanto a certeza que tenho de que Michael jamais foi velado ou enterrado, e se eu ainda tinha alguma dúvida, elas foram banidas no dia que falei com Thomas pela última vez para tentar em uma última tentativa ir até o enterro, ele não entendia o porque de minha insistência, perguntei se o corpo estaria exposto e ele disse que estaria, todos os presentes teriam a oportunidade de se despedir de MJ, mas eu queria, queria muito vê-lo e abraçar seus filhos, naquele momento. Thomas usou exatamente estas palavras para me fazer desistir: “Day, essa história está repleta de bruxas soltas, por favor não insista, fique longe disso para o seu bem”. Ok entendi o recado, mas me questionei, como eu poderia estar me arriscando quando apenas quero me despedir de um ídolo? O que tanto escondem?

Fui testemunha de outros fatos duvidosos que contarei em uma próxima vez, porém, estes são os mais espantosos, tudo isso está me afetando de alguma forma, estou com problemas de saúde por conta disso, passo dias, horas tentando entender o que está acontecendo, o porquê de tudo, ainda bem que a alguma conclusão cheguei. Eles não querem a aproximação de estranhos, todos aqueles que não têm envolvimento direto, estão descartados, tentei me aproximar, outros também, mas nada aconteceu. Não entendo por que algumas pessoas que Michael não via há anos estavam presentes. Quando trabalhei com ele, pude ter noção de seu senso de imaginação, Michael tem uma mente criativa e tenho certeza de que poderia cometer a falsificação, certa vez durante um ensaio de thriller, ele se vestiu de morto-vivo, a lembrança-símbolo que vem a minha mente, é a imagem dele imitando um morto ressuscitar, é incrível, e só quem o conheceu entende o que estou falando. Finalizando, o que posso dizer é que fiquem atentos às falhas, assim como em uma grande peça existem erros, com a grande peça armada por Michael não seria diferente, são esses erros e controvérsias que me apego, contudo, estou feliz e meu coração celebra esse gênio capaz do inimaginável.

Essa mensagem foi somente para dizer que sou a favor deste fórum e apoio cada vírgula aqui colocada, se não apoiasse, não me chamaria Dayse Vicentino. Preciso ir, ficarei algum tempo sem entrar em contato com o fórum, mas estarei com vocês em pensamento, deixarei meu email no rodapé da página caso queiram compartilhar suas conclusões comigo.

Lembrem-se, a fé acaba com a certeza que tínhamos de que não podemos receber o melhor. Deixo um último conforto a vocês me arriscando em dizer que não abriram o caixão durante seu enterro. Ele está vivo, tão certo como a bonança depois da tempestade.
5dye@myway.com
Postado por Poseidon

Bazahger