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Cuidado com os burros motivados.


Olá caros leitores, recebi uma entrevista por e- mail e como admiradora do entrevistado(Roberto Shinyashiki), li sem exitar. Impressionante e profundamente reflexiva esta entrevista. Gostaria de suas observações após ler o post a seguir:

A revista Isto É publicou esta entrevista de Camilo Vannuchi. O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
Em ‘Heróis de Verdade’, o escritor combate a supervalorização das aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.

O mundo define que poucas pessoas deram certo.
Isso é uma loucura. Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes.
E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados.
Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu à pena, porque não conseguiu ter o carro, nem a casa maravilhosa.
Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa, possa se orgulhar da mãe.
O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes.
Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros.
São pessoas que sabem pedir desculpas e admitiram que erraram.

ISTO É – Quem são os heróis de verdade?

Roberto Shinyashiki — Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe.

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O Frio que vem de dentro


Seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve e teriam que esperar até o amanhecer para receberem socorro.

 Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redar da qual se aqueciam.

Se o fogo apagasse, todos morreriam de frio.

 

Chegou a hora de cada um colocar mais lenha na fogueira.
 

O primeiro homem, um racista, olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele negra. Então raciocinou: Aquele negro!! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro!!! E guardo-as para protege-las dos demais olhares. 

O segundo homem era um avarento. Ele estava ali porque esperava receber o juros de uma dívida. Olhou ao redor, em torno do fogo bruxuleante e viu um homem da montanha, que mostrava sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas.

Ele fez as contas do valor de sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou: Eu, dar minha lenha para aquecer um preguiçoso?
O terceiro homem era o negro.

Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão e seu pensamento era muito prático: É bem provável que eu precise dessa lenha para me defender.

Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem. E guardou sua lenha com cuidado.
O quarto homem era o pobre da montanha.

Ele conhecia mais do que os outros caminhos, os perigos e os segredos da neve. Ele pensou: Essa nevasca pode durar vários dias, vou guardar minha lenha.

 O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas, nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava. Ele estava preocupado de mais com suas próprias visões para pensar em ser útil.  

O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas da mão, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido: Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei à ninguém nem mesmo o menor de meus gravetos. Com esses pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. 

A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou. Ao alvorecer, quando os homens do socorro chegaram na caverna, encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha.

Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse: O frio que os matou, não foi o frio de fora, mas sim o frio de dentro!

(Autor desconhecido)

 

Meu Comentário:

Este texto é uma repudia ao nosso individualismo e nossas “proezas” cotidianas, quem nunca teve uma atitude egoista, egocêntrica ou individualista?

Todos nós somos seres passíveis de erros, o que é realmente importante é o quão aprendemos a ser melhores seres humanos com estes erros e crescermos como espírito e alma. Se os erros continuam e nada se aprende a ignorância impera sobre a inteligência.

Tenham uma semana abençoada e tranquila.

Um bzu Bhy@

 

A Pimenta como proteção & seu significado.


 Olá a todos, obrigada pelo carinho.

 

                       

Hoje vou escrever um pouco sobre o amuleto de Pimenta.

A Pimenta, que vem do latim “pigmentum”, e que significa “matéria corante”, é um alimento consumido por, aproximadamente, ¼ da população brasileira, sendo um dos alimentos mais amados e odiados pelo homem, devido ao seu forte ardor.

Por isto,  acredita-se que possa afastar todo o mal deixando o indivíduo com um terrível gosto em sua boca e ardor em suas entranhas. A cor viva de algumas espécies são atrativas para os olhos, “puxando” toda energia ruim que possa vir desse olhar. 

Antigamente, na Ásia, a pimenta era usada em um conjunto de amuletos, a fim de afastar maus espíritos. Esta superstição persiste até os dias atuais, o que leva as pessoas a usarem uma ou mais pimentas para afastar maus olhados, inveja e similares., em pulseiras, brincos, pendurados em portas, como amuletos ou talismãs contra as energias ruins.

 

Fonte de pesquisa: livros e internet.

Foto retirada do blog.naturaldaterra.com.br

 

Meu Comentário:

A Pimenta por seu ardor é um forte amuleto, pois a pimenteira tem o poder  de repelir os maus fluidos.

Conta-se que quando a energia do ambiente está ruim, a pimenteira fica completamente seca. Além de servir de amuleto, os tons amarelos e vermelhos da planta dão um colorido à decoração.

E podem ser usados como pingentes em joias, pendurados em portas para proteção.

Uma ótima ideia para começar o Ano Novo longe da negatividade, inveja e mas energias. 

Um bzu Bhy@

Elogio da Vagabundagem.


Matéria de leitura obrigatória. 
Um convite à reflexão.

ELOGIO DA VAGABUNDAGEM

Profª. Martha de Freitas Pannunzio (Mãe de Fábio Pannunzio, da BAND).

Eu tenho bronca do presidente, sim. Antes não tinha. Achava-o apenas sujo, mal lavado, ignorante, boçal, troglodita, inconveniente, atrevido, insolente, mentiroso etc. etc. etc., porém eu punha estas arestas na conta de sua biografia  e mudava de canal. Não conseguia compreender como nem por quê a CNBB, a OAB e uma parte da imprensa incensavam aquela pessoa e a transformavam num mito. Quando estourou o caso LURIAN eu acrescentei no meu caderninho: irresponsável. Um dia Leonel Brizola, derrotado no primeiro turno de uma eleição presidencial, em face da ameaça da eleição de Collor, preconizou o voto útil e mandou que a militância do PDT tapasse o nariz e votasse no sapo barbudo. Eu era presidente do PDT de Uberlândia e admirava Brizola, mas não consegui atender ao seu pedido. A caricatura do sapo barbudo ficou para sempre desenhada no seu portfolio político. Indelével. Num País de grande oradores políticos, aquele exaltado cidadão era apenas um ator da comédia bufa que sabia de cor  duas ou três frases de efeito. A informação ?aposentado por invalidez? por causa do dedo mindinho sempre me pareceu intriga da direita e eu nunca a apurei. Apenas anotei no meu caderninho, mais uma vez, o fato curioso de ele estar sempre desocupado. Eu havia repassado 300 alunos por dia, dobrando turno na escola estadual de MG, durante 32 anos, para chegar a uma aposentadoria menor do que um salário mínimo. De onde saíra aquele Messias fabricado?

O tempo não só confirmou o que eu pensava como, infelizmente, acrescentou outras considerações desabonadoras. Investido do cargo e dos poderes inerentes e decorrentes do cargo, ele botou as unhas de fora e se revelou por inteiro. Lerdo, esquecido, cego, mudo, mal acompanhado, arrogante, intrometido, globe-trotter contumaz e exigente, inconveniente, inoportuno, desrespeitoso, metido a engraçado, mal assessorado nos assuntos internos e externos, ele foi dizendo patacoadas que caíram na alma da gigantesca camada de brasileiros e brasileiras pobres de grana e pobres de espírito. Estes cidadãos, das camadas de E a Z, se contentaram com cestas, bolsas, vales, tíquetes, esmolas, enfeitadas com bandeiras, marchas messiânicas, quebra-quebra, invasões, saques, desordem generalizada. O cargo lhe deu imunidade e impunidade e ele, generoso, repassou estes benefícios aos desordeiros e aos amigos mais próximos.

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Lula – o fim da democracia.


Esse video me causa um forte receio. Tenho receio do que há por vir. Cuidem em quem vocês vão votar.

Não votem pelo simples ato de votar, pesquisem, se informem, há chance de mudança.

Nao votem na Senhora Dilma Rousseff, que e contra a Liberdade de expressão em todos os quesitos, prezem pela sua Liberdade.

E pela Democracia pelo poder de ir e vir.

Digam Não a Censura.

Abaixo a Ditadura Comunista que o Lula e sua fantoche querem implantar aqui.

Dilma Não!

 

Fonte: Youtube.

Você sabe onde vai o dinheiro dos nossos impostos? Não? Então veja esse post.


Fonte> Videos do Youtube  e http://www.prosaepolitica.com.br/2010/10/23/seu-imposto-para-cuba/

Meu Comentário:

E ainda há quem teime comigo que o Lula é comunista e sempre foi. Acordem, saiam dos seus berços,  entre Lula e Fidel Castro há mais do que uma linda amizade e sim interesses econômicos semelhantes, se é que voces me entendem. 

Que vergonha!

Bhya

Pau que nasce torto…


(Giulio Sanmartini) Sobre a lamentável atitude do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, com relação aos perigosos acontecimentos, quando José Serra foi agredido fisicamente pelos petistas, escreve com muita oportunidade Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa: “Lula da Silva não seria Lula da Silva se conseguisse se portar de modo elegante, tomando duas atitudes: lastimar, como chefe de um partido político, que seus militantes tenham se comportado como os camisas pardas de antanho, chamá-los às falas e deixar bem claro que isso não mais seria tolerado; dar um telefonema para o candidato da oposição, perguntar por sua saúde e deplorar, com ele, o comportamento execrável de militantes políticos que agem como animais selvagens.

 Preferiu ficar de acordo com a malta: fez sua análise do momento vivido por José Serra, baseado naquilo que vira ser feito muitas vezes em sua longa trajetória de sindicalista e que, pelo que temos visto e ouvido, acha perfeitamente natural que seja feito.(…)

Mas Lula da Silva conseguiu espicaçar meu espírito. Primeiro, por não ter dito nem uma palavra de reprovação sobre os acontecimentos de 20 de outubro. E depois, por ter sido grosseiro, indelicado, injusto, com um médico a quem respeito e a quem muito admiro: o Dr. Jacob Kligerman, por quem já fui operada, em 1992. Conheço seu trabalho no INCA. Ele é um Médico e não um beldroegas que se prestaria ao papel que Lula da Silva lhe atribuiu”.

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