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Michael Jackson quase esteve presente ao atentado às Torres Gêmeas em Nova York, Estados Unidos, em 11 de setembro de 2001. O cantor tinha uma reunião durante a manhã em um dos prédios, no entanto, perdeu o horário do compromisso, pois ficou acordado com a mãe até de madrugada.

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Jermaine Jackson, irmão do cantor, falou sobre o episódio na biografia You Are Not Alone: Michael: Through a Brother’s Eyes (2011). “Felizmente, nenhum de nós fazia ideia de que Michael teria uma reunião naquela manhã em uma das Torres Gêmeas,” escreveu.

Jermaine explicou: “Apenas descobrimos quando a mãe [Katherine Jackson] ligou para o hotel para saber se ele estava bem. Ela, Rebbie [Jackson] e alguns outros haviam deixado-o lá por volta das 3h da manhã.”

Michael contou à mãe como ela salvou a vida dele sem nem perceber. Ele disse: “Mãe, estou bem, graças a você. Você ficou conversando comigo até tão tarde que eu dormi demais e perdi o compromisso.”

Show beneficente pelas vítimas do 11 de setembro

No mês seguinte ao ataque às Torres Gêmeas, Michael realizou um show beneficente pelas vítimas e familiares em 21 de outubro, chamado United We Stand. A apresentação aconteceu no estádio RFK em Washington, EUA. Além do Rei do Pop, artistas como The Backstreet Boys, James Brown, Usher e Mariah Carey também performaram.

Durante o show, Michael disse: “Não sou aquele que senta e diz: ‘Oh quão errado estou pelo que aconteceu!’ Quero que o mundo inteiro cante ‘What More Can I Give,’ porque todas as pessoas estão unidas, pois essa música é como um mantra, algo que você repete infinitamente. Precisamos de paz, precisamos dar aos outros, precisamos de amor e união.”

“What Mor Can I Give foi escrita e gravada especialmente por conta dos ataques do 11 de setembro. Cantores como Beyoncé, Celine Dion, Mariah Carey, Usher e Shakira também colaboraram com a faixa.

Lyllyan

Fonte: Rolling Stone