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Dez anos após a morte de Michael Jackson, seu ex-segurança, Matt Fides, fez um post emocionante no Instagram dando a entender que o astro sabia que estava vivendo seus últimos dias. Matt Fides escreveu que, dois dias antes de morrer, Michael pediu para que amigos distantes fossem visitá-lo.

O guarda-costas também revelou que a estrela do pop queria, inclusive, encontrar seu pai, Joe Jackson, com quem teve uma relação conturbada desde a infância. “Ele implorou para que eu e Mark Lester fôssemos visitá-lo apenas dois dias antes de Michael Jackson morrer em Los Angeles. Ele também queria que seu pai estivesse com ele”, disse Matt no relato.

Ele, entretanto, não imaginou o que fosse acontecer e acabou não visitando o ex-patrão e amigo a tempo. Nós sentimos que algo estava errado, mas achávamos que ele apenas queria fugir dos 50 shows planejados para Londres nas semanas depois. Eu e o Mark tínhamos famílias jovens e compromissos e, se soubéssemos o que estava acontecendo em LA, teríamos pegado o próximo voo”, explicou Fides.

O segurança ainda falou sobre a convivência com o cantor. “Foi um prazer trabalhar com você, Michael Jackson, e além disso, ser seu amigo. Você era um mentor para mim nos negócios e nas situações difíceis”, desabafou.

Ele continuou, fazendo uma referência sutil às recentes polêmicas trazidas à tona no documentário da HBO “Leaving Neverland”, que reuniu depoimentos de duas supostas vítimas de abusos sexuais cometidos pelo cantor Michael Jackson durante suas infâncias e pré-adolescências. “Eu sinto sua falta e sei que você ficaria muito orgulhoso de como seus fãs estão lutando pelo seu legado. Eu fui seu segurança quando você estava vivo e cuidarei de você na morte da melhor forma que eu puder. Descanse em paz, meu amigo. Pode deixar que a gente cuida dessas besteiras. Como você diria, ‘quanto maior a estrela, maior o alvo’. Você sempre será o maior artista de todos os tempos e o homem mais inteligente que eu já conheci”, finalizou Matt.

Em abril, um mês após o lançamento de “Leaving Neverland”, a família Jackson lançou “Neverland Firshand: Investigating the Michael Jackson Documentary” com o objetivo de preservar a imagem e o legado do rei do pop e refutar todas as acusações feitas contra ele.

Dirigido por Eli Pedraza e lançado no YouTube, o documentário que em tradução livre significa “Neverland em primeira mão: investigando o documentário de Michael Jackson”, conversa com os sobrinhos de Michael, Taj Jackson e Brandi Jackson, além do seu diretor técnico, Brad Sundberg. O profissional participa do mini-documentário de 30 minutos contando como era a rotina dentro de Neverland, uma vez que durante toda sua trajetória ele estava presente no rancho frequentemente. “Nem em um milhão de anos eu vi uma criança perto de Michael Jackson que parecia ter sido assediada, magoada, abusada. [Neverland] era um lugar tão pacífico, seguro e divertido“, contou Sundberg ao produtor Liam McEwan.

Os depoimentos de Brandi são ainda mais polêmicos, uma vez que ela afirma ter namorado durante sete anos com Wade Robson, uma das supostas vítimas que aparecem em “Leaving Neverland”. “Ele sempre foi um oportunista, sabe como se posicionar em situações diferentes que irão beneficiá-lo financeiramente. Ele está dizendo que esteve em um relacionamento com meu tio, que eles estavam apaixonados e que eles estavam tendo um relacionamento. Ele está dizendo que meu tio o manteve longe das mulheres, o que não é verdade. Nós estávamos justamente falando sobre como meu tio nos uniu. Isso desacreditaria as coisas que ele está tentando dizer, e acho fascinante que ele ache que é capaz de apagar 10 anos de sua vida”, relatou.

A declaração foi rebatida prontamente por Wade que enviou um comunicado à Billboard, por meio dos seus advogados. A senhora Jackson não estava com Wade e Michael Jackson quando o abuso sexual ocorreu e, como tal, ela não tem nada relevante a dizer sobre o assunto”, pontuou o comunicado.

Taj Jackson reforçou a índole do tio ao afirmar que: “Quando você tem uma certa gentileza, as pessoas se aproveitam disso“. Desde o início, quando foi divulgado as intenções do documentário, a família Jackson se manifestou contra e tomou todas as atitudes cabíveis. Segundo a revista People, eles entraram com uma ação no valor de US$ 100 milhões contra a HBO, que estaria quebrando uma cláusula de não depreciação de um contrato de 1992, assinado devido um show televisionado naquele ano, onde a HBO concordou em não falar mal de Jackson.

Lembrando que, enquanto vivo, Michael Jackson respondeu processos ligados a esse tipo de denúncia duas vezes, alegando ser inocente, sendo que, no último processo em 2005, foi absolvido pelo júri.

Querem apostar quanto que após a divulgação que o corpo de Michael Jackson foi “cremado”, não aparecerá mais ninguém o acusando de nada…

Ideia brilhante! Rs

Lyllyan

Fonte: Hugo Gloss