Luiza Possi faz show com clássico de Michael Jackson


Olá,

Desde muito cedo, Luiza Possi soube que seguiria os passos mãe, a cantora Zizi Possi. Aos 15 anos, assinou o primeiro contrato no showbiz. Aos 17, já havia lançado um disco. Quem diria que a maior influência dessa moça, de 33 anos, não vem do berço, mas das paradas de sucesso da década de 1980? Sim, foi Michael Jackson quem fez a cabeça dela.

Caio Gallucci/Divulgação

Rei do Pop é o homenageado em “Who’s Bad”, show que Luiza apresenta sábado (28), no Teatro Bradesco. Concebido para o canal a cabo Bis, o espetáculo traz releituras de 18 canções de Michael, além de remeter à pompa das performances do artista americano. Dirigida por José Possi Neto, tio da artista, a produção conta com quatro bailarinos, além de figurinos com brilhos e arranjos especiais.

“Tudo começou no ano passado, quando surgiu o convite do canal Bis, mas para interpretar Madonna. Como sou muito apaixonada pelo Michael, pensei: vou pedir pra mudar de artista. Se colar, colou! Acabou que colou mesmo, eles aceitaram a minha contraproposta. O espetáculo foi sendo incrementado até virar quase um musical, que ficou em cartaz por algum tempo em São Paulo. Agora, estamos rodando algumas cidades brasileiras”, afirma Luiza Possi.

O público, certamente, saberá cantar boa parte do repertório, composto essencialmente por sucessos do Rei do Pop. ‘Bad”, “Beat it”, “Black or white’, “Ben” e “Remember the time” estão entre os hits confirmados do set list. “Não é imitação do Michael, mas uma homenagem preparada com versões do cancioneiro dele. Billie Jean, por exemplo, tem uma coreografia bem marcante. A versão que fiz leva violinos e tambores”, explica Luiza.

A cantora confessa: por um momento, temeu não estar à altura da responsabilidade. “Os meninos do Paralamas (do Sucesso), quando viram que eu me jogaria nesse desafio, disseram: ‘Nossa, que coragem!’. O Rogerinho (Flausino) também falou a mesma coisa. É preciso ter coragem para encarar o Michael, porque o cara é só o maior de todos. Mas a minha história como fã e a trajetória dele em todas as áreas, seja como bailarino, compositor ou arranjador, acabaram me motivando a superar o medo”, diz.

Luiza promete dar tudo de si para provocar em cada espectador o que ela, aos 5 anos, sentiu ao ver o ídolo cantar no Morumbi, em São Paulo. “Foi uma coisa louca. Ficamos eu e minha mãe na arquibancada. Ela levou três sacos de almofada pra gente não se cansar. O que uma mãe não faz por um filho!”, relembra. E convida: “Espero que em BH as pessoas se sintam como me senti: num parque de diversões. Está liberado gritar, berrar, chorar de saudade do Michael – tudo o que a galera quiser.”

Pois é, teve coragem de fazer e agora tem ter coragem de parar… Kkkkk

Fonte: UAI

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