GREVE: Funcionários de 6 linhas da CPTM aderem à greve


Olá,

Trabalhadores de quatro das seis linhas da região metropolitana de São Paulo decidiram na última terça-feira que participarão da greve do dia 28.

CPTM adere à greve do dia 28

Movimentação intensa na Estação Júlio Prestes da CPTM, em São Paulo (SP), os trens circularam por via única entre as estações Calmon Viana e Engenheiro Manoel Feio, na Linha 12-Safira após um raio provocar pane no sistema elétrico (Renato S. Cerqueira/Futura Press/VEJA)

Os ferroviários das seis linhas que atendem a região metropolitana de São Paulo da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) decidiram aderir à greve deste dia 28 convocada pelas centrais sindicais contra as reformas trabalhista e da Previdência. A decisão foi tomada pelos três sindicatos que representam os funcionários na noite da última terça-feira.

Segundo os sindicatos, não haverá a circulação de trens, pois a recomendação é de paralisação total, e não será mantida em funcionamento a quantidade mínima exigida pela lei para serviços considerados essenciais.  Os trabalhadores das linhas 7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral, e 12-Safira decidiram pela paralisação em assembleia.

Já a direção do sindicado os funcionários das linhas 8-Diamante, 9-Esmeralda optou pela adesão, mas não houve assembleia por motivos regimentais e os representantes sindicais vão orientar os ferroviários a não trabalhar. A decisão de parar ou não, nesse caso, vai depender de cada trabalhador individualmente.

Os parlamentares analisam hoje em plenário as mudanças na CLT, e o projeto tramita com regime de urgência. A expectativa é que as mudanças na aposentadoria sejam votadas no dia 2 de maio.

Algumas categorias, como a dos funcionários dos Correios, decidiram entrar em greve a partir da 0h desta quinta-feira. Entre as categorias que aderiram à greve estão entidades de representação dos motoristas e cobradores de ônibus, metroviários, professores, aeroviários de São Paulo e Guarulhos, entre outras.

Veja quem para na greve do dia 28 de abril:

Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP)

Os professores das escolas privadas do estado de São Paulo confirmaram que vão aderir à greve geral na tarde da última sexta-feira. Os pedagogos estão fazendo um trabalho de mobilização que envolve visitas às escolas e distribuição de boletins, adesivos e camisetas.

Além de São Paulo, professores de outros estados também irão paralisar as atividades, como os docentes do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Alagoas.

Federação dos Trabalhadores em Segurança e Vigilância Provada (Fetravesp)

Os trabalhadores dessa categoria também aderiram às paralisações da próxima sexta-feira. Em comunicado no site do sindicato, a federação pede que os trabalhadores participem do ato no Largo da Batata.

sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Mototaxista Intermunicipal do Estado de São Paulo (SindimotoSP)

O sindicato confirmou a participação nas paralisações e no ato do Largo da Batata, juntamente à União Geral dos Trabalhadores (UGT).

Federação Nacional dos Petroleiros (FNP)

A federação confirmou que vai paralisar as atividades durante o dia 28 de abril para aderir à greve geral. Os cinco sindicatos filiados à FNP também irão participar da paralisação, como o Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista.

Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon – SP)

O sindicato irá paralisar suas atividades no dia 28 de abril, para aderir à greve geral.

Sindicato dos Metalúrgicos de Sao Paulo e Mogi das Cruzes/ABC

Tanto o sindicato dos trabalhadores da região de São Paulo e Mogi das Cruzes, quanto os do ABC confirmaram que irão aderir à greve geral da próxima sexta-feira e participar da manifestação no Largo da Batata.

Sindicato dos Metroviários de SP

Os metroviários confirmaram a participação na greve. A paralisação será durante o dia inteiro. Os sindicalistas estão fazendo divulgação do ato nas estações de metrô e dentro dos vagões.

Sindicato dos Rodoviários

O Sindicato dos Rodoviários do ABC confirmou paralisação durante todo o dia 28 de abril. A greve irá atingir as empresas de ônibus de todas as cidades do Grande ABC.

Sindicato dos Bancários de SP e região

Os trabalhadores do sindicato também irão parar durante todo o dia de greve.

Sindicato dos Correios

O sindicato irá antecipar a greve para o dia 26 de abril, às 22h, e promete manterá a paralisação por tempo indeterminado. As reivindicações da categoria incluem críticas à gestão da empresa, como proibição de férias até maio de 2018, defasagem salarial e congelamento de contratações de funcionários desde 2011.

Sindicato dos Servidores Municipais de SP

O sindicato confirmou participação na greve geral do dia 28, mas ainda não determinou se a paralisação durará o dia inteiro.

Sindicato dos Professores Municipais (SINPEEM) e Estaduais (APEOESP):

As duas categorias irão parar durante todo o dia 28 de abril. O protesto será contra as reformas do presidente Michel Temer e a reposição salarial.

Sindicato dos Aeronautas

Os trabalhadores filiados ao Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) decidiram nesta segunda-feira entrar em estado de greve. A entidade realiza nova assembleia na quinta para decidir se adere à greve geral marcada para sexta-feira.

Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação à Criança, ao Adolescente e a Família do Estado de São Paulo (Sitraemfa)

A categoria aprovou paralisação em assembleia realizada no último diz 19 e vai paralisar as atividades por 24 horas no dia 28.

Sindicato dos Comerciários em Osasco (SECOR) e em Sorocaba (Sincomércio)

Ambas as entidades são representadas pela CUT.

Sindicato dos Químicos de São Paulo

O sindicato aprovou o indicativo de greve em abril, em meio à campanha salarial da categoria.

Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio em Conservação e Limpeza Urbana e Áreas Verdes de Santos (SIEMACO)

O sindicato avisou as empresas da região que os trabalhadores decidiram parar após assembleia realizada há duas semanas.

Sindicato dos elestricitários de São Paulo

Os trabalhadores do setor aprovaram em assembleia realizada no dia 12 de abril, por unanimidade, a paralisação para a próxima sexta-feira

Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Jundiaí, Sorocaba, São Carlos e Vale do Paraíba

No ABC, houve assembleia em São Bernardo na última segunda feira. Os sindicatos do interior também decidiram atender à convocação da CUT, à qual são filiados.

Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência no Estado de São Paulo

O sindicato da categoria informou no último dia 20 os órgãos governamentais no qual tem trabalhadores – como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – sobre a decisão de paralisar as atividades.

Sindicato dos Aeroviários de Guarulhos

Os aeroviários decidiram na última segunda-feira a aderir à convocação das centrais sindicais. A categoria abrange os profissionais das empresas aéreas que trabalham em funções como o check-in, auxiliar de serviços gerais, mecânicos de pista.

Sindicato dos Aeroviários no Estado de São Paulo

Os aeroviários do estado também vão parar na sexta-feira, segundo decisão da categoria em assembleia na última terça-feira. A recomendação é de interrupção de 100% das atividades.

Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transposte Rodoviário Urbano de São Paulo

Os motoristas vão suspender o trabalho a partir da meia noite de sexta-feira, e a paralisação será de 100%. A decisão foi tomada em assembleia realizada nesta quarta-feira.

Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SINTAEMA)

Os trabalhadores decidiram ontem, em assembleia, pela adesão à greve geral. O sindicato representa os trabalhadores da Sabesp, Cetesb, Fundação Florestal e algumas empresas privadas de saneamento ambiental. O Sintaema informou que por se tratar de serviços essenciais, serão mantidos os plantões de emergência e a população não será prejudicada.

Tem gente ainda pensando que esta greve tem a ver com Lula e PT.

Pelo amor né!!! Vamos evoluir minha gente e parar de ser ignorante!

Esta greve é para ajudar os trabalhadores de carteira assinada (CLT) e quer se aposentar e com a nova reforma da Previdência Social ficou impossível.

Fonte: VEJA

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