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Uma banhista que mergulhava em Itanhaém, no litoral de São Paulo, ficou ferida ao ser mordida por um peixe bagre, no último sábado (9), na região conhecida como ‘Boca da Barra’.

Jovem foi a segunda vítima em menos de 48 anos a ser atacada por um peixe bagre.

De acordo com o G1, o episódio foi considerado atípico por biólogos e pelo Corpo de Bombeiros. O caso aconteceu menos de 48 horas após um outro acidente na mesma cidade, quando o peixe fisgou a barriga de uma moça.

Um vídeo gravado por morador da cidade mostra a garota sendo socorrida por dois salva-vidas. Cristian Fernandes, que registrou o momento, contou que a jovem parecia estar se afogando no local e logo foi levada para a areia, onde foi atendida. “Ela só gritava muito e dizia para tirar o peixe porque estava doendo muito”, relatou.

O tenente Goes, do Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar), destaca que somente os médicos devem efetuar o procedimento de retirada do animal. “Por segurança da própria vítima, nós recomendamos que não se tire o ferrão. O ferrão do bagre é semelhante a uma serra, uma ponta de flecha. Não dá para saber o que atingiu e se puxar pode causar uma dor ou um estrago maior no corpo”, explica.

Segundo o tenente, a garota foi levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade para retirar o ferrão.

Cuidados

Os recentes casos envolvendo os animais e banhistas pedem atenção, alerta o tenente. “São casos atípicos porque geralmente sabemos de pessoas que pisam no peixe e ficam feridas, mas em outras partes do corpo realmente é uma surpresa. A recomendação é sempre manter a calma e esperar o resgate e um atendimento médico posterior”, acrescenta.

Vários casos neste verão de ataque aos banhista de tubarão, bagre, água-viva e piranhas. Tomem cuidado!

Fonte: MSN