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Wendy Holt, de 51 anos, caiu no hábito de guardar seu celular no sutiã diariamente, assim ficaria mais rápido encontrá-lo caso tocasse. No entanto, ela acredita que a radiação proveniente de seu telefone é a culpada pelo câncer de mama diagnosticado em 2012, tendo em vista que não há precedentes em sua família.

(Reprodução/Daily Mail)

A doença, que iniciou-se sob uma forma rara chamada de câncer inflamatório, já se espalhou por outras partes do corpo de Wendy, como pulmões e glândulas linfáticas, e resulta em um diagnóstico terminal.

“Comprei meu primeiro celular na década de 90 e, desde então, todos os meus celulares estão em contato com a minha pele por pelo menos 70% do dia”, comentou Holt.

Ela ainda disse que não achou nenhum nódulo em seu seio, apenas acordou um dia com manchas avermelhadas. Nunca imaginou que o diagnóstico seria de câncer. No entanto, ao se consultar com médicos logo recebeu a notícia, que levou à dupla mastectomia, seguida de tratamentos por radioterapia e quimioterapia.

Apesar da ocasionalidade, a médica oncologista Karol Sikora afirmou ser “improvável” que o celular, ou a forma como ela o mantinha, é culpado pela doença.

“Existem alguns estudos a respeito de celulares e tumores no cérebro, os gangliomas, mas o caso dela não se encaixa a esse”, afirmou a médica.

Se o celular foi ou não ocupado, o fato é que agora ela adquiriu um doença.

Na dúvida não coloque o celular em contato com sua pele.

Fonte: Yahoo