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A revelação é polêmica: Michael Jackson era “a pessoa mais porca” de Hollywood. Quem o disse foi uma das cinco empregadas de limpeza de casa do rei da Pop, em declarações ao jornal ‘The New York Post’, onde se descrevem pormenores sórdidos sobre a vida do cantor que morreu em 2009.

As empregadas, que trabalharam na casa do cantor entre 1986 e 2004, na mansão ‘Neverland’, em Los Angeles, descrevem os hábitos imundos e a falta de higiene que o cantor começou a revelar a partir de 1993, altura em que foi acusado pela primeira vez de abuso sexual de menores por Jordan Chandler, um menino de 13 anos.

A vida dele [Michael Jackson] mudou depois de ter pago àquele rapaz para retirar a queixa. Ele era a pessoa mais porca, menos sanitária de Hollywood”, contou uma das empregadas, referindo-se ao pagamento de mais de 20 milhões de dólares (15 milhões de euros, aproximadamente) que Michael Jackson fez aos pais do menino para os silenciar.

Segundo outra funcionária, Michael gostava de sujar o Rancho de Neverland com as fezes dos animais que viviam no local. “Ele pisava no cocô e espalhava pelo chão da casa e nem ligava.” Aliás, o astro obrigava a manter esses costumes em segredo. “Se você dissesse algo, ele dizia que iria pegar o cocô e atirar em nós como se fosse bolas de neve”, continua.

O quarto do cantor também estava bem longe do ideal. “Por muitas vezes, eu entrava escondida para trocar os lençóis. Não sei como ele vivia com tamanha imundice. Havia cuecas e meias sujas junto com pedaços de frango frito, salgadinhos e garrafas vazias de uísque e vinho”, revela uma terceira funcionária entrevistada pela publicação americana.

Uma das empregadas conta que o cantor não tinha vergonha de urinar onde quer que estivesse: “Ele urinava, literalmente, no chão da entrada da casa. Era surreal.” Para além da falta de higiene, as empregadas relatam ainda o abuso de drogas por parte de Michael Jackson, assim como a tendência para colecionar coisas dadas pelos fãs e lixo, incluindo uma fralda de bebé usada, dada por uma fã.

Kristina Fournier, antiga empregada do cantor, afirma ter visto seringas espalhadas pela casa e que o rei da Pop parecia estar sempre drogado. Mas a saúde mental de Michael Jackson foi também posta em causa quando as empregadas se aperceberam do ódio que sentia por Steven Spielberg, David Geffen e Jeffrey Katzenberg, os criadores da produtora cinematográfica DreamWorks, que afirmava terem roubado a ideia para a empresa, incluindo o logótipo (uma criança sentada na lua). “Sempre que os via na televisão gritava ‘matem esses bastardos'”, contou uma das senhoras.

Apesar de ter morrido em 2009, o escândalo que envolveu a vida do cantor ainda não acabou. Wade Robson, um antigo amigo e coreógrafo de Michael Jackson, que sempre desmentiu ter sido abusado pelo cantor, deverá agora mudar o seu depoimento. Robson vai a tribunal dia 6 de outubro deste ano relatar os abusos de que alegadamente foi vítima em criança.

Cada empregado conta uma coisa né, até parece que trabalhavam para Michael’s diferentes.

Michael Jackson adorava se arrumar e se perfumar que não combina ele não ter higiene…

Lyllyan

Fonte: Correio da Manhã & Yahoo