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Os médicos de Michael Jackson competiam para atendê-lo melhor e prescreveram medicações excessivas para ajudá-lo a superar seu “incrível” medo da dor, disse a ex-mulher do falecido cantor em depoimento judicial nesta quarta-feira.

Debbie Rowe em foto de abril de 2005 (Foto: AP/Aaron Lambert)

“Seu medo da dor era incrível. Acho que os médicos se aproveitaram dele dessa forma”, disse Debbie Rowe no tribunal de Los Angeles onde corre o processo civil pela morte de Michael Jackson, ocorrida em 2009, aos 50 anos, por causa de uma overdose de analgésicos e outros medicamentos.

A família de Michael Jackson acusa a produtora de shows AEG Live de ter sido negligente ao contratar o médico Conrad Murray, que administrou a dose letal de medicamentos a Michael Jackson. Na época, o artista ensaiava para uma temporada de shows que seria promovida pela AEG em Londres.

“Infelizmente, alguns dos médicos decidiram que quando Michael tinha dor eles tentariam ver quem lhe daria o melhor analgésico”, disse Rowe, de 54 anos, que ficou casada com ele entre 1996 e 1999 e raramente fala em público sobre o relacionamento.

Rowe é mãe de dois dos filhos do cantor, de 15 e 16 anos, mas não tem a guarda das crianças, que moram com a avó paterna, Katherine Jackson.

Não foi a toa que o Dr. Arnold Klein faliu após a morte de Michael.

Lyllyan

Fonte: G1