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Debbie Rowe, que foi casada com Michael Jackson entre 1996 e 1999, prestou depoimento nesta quarta-feira (14) sobre a morte do ex-marido. Aos prantos, ela afirmou que os médicos responsáveis pela saúde de Michael foram os responsáveis por seu vício em analgésicos, já que eles faziam uma espécie de “jogo” para competir quem receitaria remédios mais fortes – o músico morreu em junho de 2009 por overdose de medicamentos. As informações são do site TMZ.

Courtroom sketch of Debbie Rowe

Durante seu testemunho, Rowe acusou Arnie Klein e Steven Hoefflin, médicos em quem Michael confiava muito, segundo ela, de prescreverem doses cada vez mais fortes de analgésicos. Na sequência, ela citou Conrad Murray, que “chegou lá e o matou”. “Eu provavelmente fui uma das únicas pessoas que disse não a Michael Jackson”, afirmou ela, ao se referir à necessidade do cantor de utilizar remédios.

Rowe ainda relatou que Michael tinha uma notória baixa tolerância à dor, motivo que ela atribuiu ao hábito que o cantor tinha de abusar de analgésicos como Diprivan e Demerol. Para concluir, a ex-mulher do astro pop não economizou nas acusações contra os médicos Klein e Hoefflin, que ela descreveu como pessoas que não estavam preocupadas com a saúde de Michael.

Atualmente, a família do cantor acusa a produtora de shows AEG Live de ter sido negligente ao contratar Conrad Murray, que administrou a dose de medicamentos que tirou a vida de Michael. Na época, o artista ensaiava para uma temporada de shows que seria promovida pela produtora.

Por incrível que pareça existe uma diferença entre um viciado e um dependente, então como Michael tomava medicamentos receitados pelo médicos ele era dependente.

Estes médicos ficaram ricos as custas de um único paciente, Michael Jackson e na sequência um já faliu.

Lyllyan

Fonte: 180 Graus