Olá,

Galera assistam ao vídeo logo, antes que saia do ar…

Nos anos 1990, “Um dia de fúria”, filme com Michael Douglas, fez sucesso com um enredo simples. Um cidadão comum se enfurece com as mazelas do dia a dia e sai fazendo justiça com as próprias mãos (e destruindo tudo) na cidadezinha onde mora. Um homem de São Paulo viveu uma história parecida no dia 28 de junho.

O professor Rodrigo Ciríaco entrou numa loja de material de construção da Dicico e destruiu alguns dos produtos expostos. Ele havia comprado alguns materiais no dia 17 de junho e a entrega estava prevista para 24 de junho. Ciríaco esperou dois dias e resolveu comprar os produtos em outra loja e pedir o reembolso da primeira compra.

Segundo o professor, o reembolso seria feito na tarde do mesmo dia. Depois de esperar por mais dois dias, ele foi informado que o dinheiro só seria devolvido após 15 ou 20 dias. Foi a gota d’água para o professor ir até a loja e destruir alguns itens do estabelecimento. Além disso, ele filmou o evento e publicou o vídeo na Internet com o título “Solucionou? Não, mas estou satisfeito. Dia #Fúria”.

No vídeo, ele diz: “Eles não podem fazer o que eles querem, eles têm que ter respeito pelas pessoas”, disse. O vídeo, que foi publicado neste domingo (30/06), teve 70 mil visitas em quatro dias. Ciríaco diz não ter recebido contato da empresa e promete recorrer à Justiça. Ciríaco assume ter feito a ação de “cabeça quente”, mas não se arrepende da atitude: “Se disser que me arrependo, estarei sendo hipócrita e mentiroso. Com essa atitude, pelo menos poupei alguns anos de terapia”, afirmou, em entrevista à Época Negócios.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Dicico afirmou ter entrado com um pedido de retirada do vídeo do YouTube e que “já tomou todas as ações cabíveis junto ao seu departamento jurídico e vai se reservar ao direito de responder em juízo”. Veja a nota divulgada pela Dicico:

Em resposta ao vídeo publicado pelo Sr. Rodrigo Ciríaco, a Dicico informa que não há produto em pendência de entrega com o consumidor. Na verdade, o que havia era um acordo, que ocorreu de forma tranqüila e amigável, de ressarcimento do valor de R$ 600,00 que a Dicico já tinha se comprometido a reembolsar. No transcorrer do período para o depósito, a empresa foi surpreendida pela atitude demonstrada no vídeo.

A Dicico lamenta profundamente a atitude do consumidor e esclarece que já tomou todas as ações cabíveis junto ao seu departamento jurídico e vai se reservar ao direito de responder em juízo. A companhia já entrou também com um pedido para a retirada do vídeo da internet. A Dicico enfatiza seu respeito pelos consumidores e o compromisso com o melhor atendimento e satisfação de todos os seus clientes, princípio que rege as ações da companhia ao longo de 95 anos de história e está no dia a dia de suas 58 lojas.

O que você achou da atitude do professor? Foi exagerada ou você também acha que todos temos nossos “dias de fúria”?

Estas lojas de material de construção faz a gente de tonto, mesmo, eu já passei muito nervoso.

Fonte: Yahoo & Época