Olá,

A série de shows de “This Is It” em Londres que era pra ter sido milhões de ganhos para Michael Jackson como seu retorno triunfal, seria a última turnê da artista, classificou uma testemunha nesta sexta-feira.

Paul Gongaware, co-CEO da AEG Live / Live Nation, que estava produzindo e promovendo os concertos, disse que a capital Inglesa foi escolhida para os shows de Michael Jackson por causa de sua enorme popularidade por lá. Durante uma turnê anterior, Michael Jackson havia vendido mais de 10 shows com capacidade de 75.000 lugares no Estádio de Wembley, contou Gongaware.

O plano original era de 10 shows, mas foi colidido até 31 shows e depois para 50 shows por causa da enorme procura dos ingressos, o executivo AEG testemunhou em um caso de injusta morte.

Gongaware disse que Michael Jackson teria gostado de ter dado ainda mais performances na O2 Arena.

Ele disse que, em um ponto Michael Jackson decidiu fazer 31 shows porque o Prince havia feito 21 concertos no O2.

Gongaware disse que ele estava irritado, mas não surpreendido quando Michael Jackson apareceu algumas horas atrasado para a conferência de Londres.

“Michael realmente não gosto de fazer essas coisas”, depôs Gongaware. “Seus horários nem sempre funcionam como um relógio.”

O anúncio da turnê aconteceu no O2. Gongaware conta que quando viu Michael Jackson nos bastidores “ele veio até mim e me deu um grande abraço e disse:” Certifique-se que o teleprompter tem grandes palavras. Que eu estou sem meus óculos. “

Gongaware disse que Michael Jackson não tinha cheiro de álcool e nem parecia bêbado.

“Ele estava bem”, testemunhou o executivo da AEG. “Eu acho que ele estava animado.”

Mas os e-mails de Randy Phillips, presidente-executivo e presidente da AEG Live, contam uma versão diferente. “MJ está trancado em seu quarto, bêbado e deprimido”, escreveu Phillips. “Eu [estou] tentando deixá-lo sóbrio.”

“Eu gritei com ele tão alto que as paredes estão tremendo”, disse Phillips. “Ele está uma bagunça emocionalmente paralisado cheio de auto-aversão e a dúvida agora que é hora do show.”

Em uma entrevista anterior com o The Times, o advogado AEG Marvin Putnam disse que Phillips tinha exagerado em seus e-mails e que o comportamento de Michael Jackson parecia ser um caso de “nervos”.

Até hoje nada faz eu acreditar que aquele Michael Jackson que fez aquela coletiva de imprensa em Londres era o verdadeiro… Pra mim, era um sósia.

Nem os executivos da AEG sabem quem era aquele Michael pelo jeito, pois o Randy Phillips diz que ele estava totalmente bêbedo e já o outro executivo da AEG Paul Gongaware diz que ele não estava e nem cheirava a álcool…

Então a pergunta que não se cala: quem está falando a verdade? E quem era aquele Michael?

Lyllyan

Fonte: Los Angeles Times