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Michael Jackson perdeu 26 milhões dólares na primeira etapa da turnê HIStory, em meados da década de 1990 e estava com dívida para som, iluminação e outras despesas, de acordo com o depoimento nesta sexta-feira feito no julgamento de homicídio culposo movido pela família do cantor.

Paul Gongaware, agora co-CEO da AEG Live e da Live Nation, testemunhou que ele contratado para cuidar dos 40 shows que compunha a segunda parte da turnê mundial de Michael.

“Eu tive que ir e cortar uma série de despesas”, disse Gongaware. “Havia tanta coisa em excesso.”

Gongaware disse que a história, na época considerada uma das turnês mais ambiciosas de sempre, finalmente quebrou mesmo.

Ele disse que as performances de Michael eram “sensacional”, e ele não viu nenhuma evidência que o cantor estave usando drogas. Gongaware começou a trabalhar para  AEG depois de 2000, quando a empresa de entretenimento comprou sua empresa, a Live Nation.

Gongaware é réu na ação movida pela mãe de Michael Jackson e pelos seus filhos contra a AEG.

Gongaware, em seu quarto dia de depoimento, também testemunhou que, em 2008, Michael Jackson se reuniu em Century City com a Colony Capital, um grupo de investidores, que mantinha a hipoteca de Neverland, rancho de Michael Jackson, que foi ameaçado de encerramento.

“Quem segurou a nota antes … estava prestes a encerrar em Neverland e Colony entrou, eu acho que no último minuto assumiu essa obrigação“, disse Gongaware.

Ele disse que a Colony estava tentando descobrir uma maneira de realizar uma exposição de Michael Jackson ou um museu no Las Vegas Hilton, que a empresa possuía. Mas nada veio das discussões.

Lyllyan

Fonte: Los Angeles Times