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Spike Lee apresenta “Bad 25”, documentário sobre os 25 anos do disco “Bad”, de Michael Jackson. A produção conta com imagens inéditas e entrevistas de gente que trabalhou com o Rei do Pop, de músicos a técnicos de som, além de famosos como Mariah Carey e Sheryl Crow. Segundo o cineasta, o objetivo é mostrar um lado mais pessoal do cantor e o quanto ele era engraçado.

Above, director Spike Lee with Michael Jackson. Lee had originally planned a memorial for Jackson in Fort Greene Park, but the venue has been changed due to concerns over crowd size. >

A edição deste ano está assim, cheia de diretores pesos-pesados. Jonathan Demme, de “O Silêncio dos Inocentes” e “O Casamento de Rachel”, é outro que resolveu contar em documentário a história de um músico. No caso, do italiano Enzo Avitabile, que ele ouviu no rádio, em Nova York, e depois encontrou pessoalmente há cerca de dois anos. “Enzo Avitabile Music Life” pretende não apenas mostrar o talento do artista como fazer um retrato de sua cidade, Nápoles.

Favorito da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o israelense Amos Gitai faz uma homenagem a seu pai, o arquiteto Munio Gitai Weinraub, em “Lullaby to My Father”. O diretor também exibe “Carmel”, que parte de cartas de sua mãe. Ambos relacionam sua história pessoal com a de seu país.

O português Manoel de Oliveira, outro dos preferidos da Mostra, apresenta seu novo longa-metragem, “O Gebo e a Sombra”, falado em francês e estrelado por Michael Lonsdale, Claudia Cardinale e Jeanne Moreau. A obra partiu de um desejo de falar da pobreza. É inspirada numa peça de Raul Brandão e fala de um filho que rouba o próprio pai.

Já Robert Redford volta para trás das câmeras com “The Company You Keep”, que também protagoniza. Um advogado de direitos civis e pai solteiro precisa fugir quando um repórter (Shia LaBeouf) descobre que, no passado, ele foi um militante radical contra a guerra e procurado por assassinato.

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Lyllyan

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