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O julgamento contra o médico Conrad Murray pela morte de Michael Jackson começa nesta segunda-feira sua segunda semana com o testemunho do paramédico que atendeu o “rei do pop” momentos antes de sua morte ser confirmada.

Conrad Murray foi acusado de ter sido negligente ao medicar doses exageradas de Propofol ao cantor. Foto: AFP

A Promotoria insiste em que o médico cometeu uma “negligência flagrante” no cuidado de seu paciente e isso foi a causa direta de sua repentina morte, enquanto a defesa mantém que foi o próprio Michael que, devido a suas dependências, acabou tomando os remédios quando Murray estava ausente.

O acusado se declarou inocente das acusações e poderia chegar a passar até quatro anos na prisão se receber uma sentença desfavorável em um julgamento que se espera que se prolongue até o final do mês.

Está previsto que a primeira testemunha a se declarar nesta segunda-feira, 03/10/11, a partir das 8h45 (horário local, 12h45 em Brasília), será a médica de urgências do hospital Ucla Dra. Richelle Cooper, cujo testemunho ficou interrompido ao término da sessão vespertina de sexta-feira passada.

Cooper disse ao tribunal que Michael chegou “clinicamente morto” ao centro médico mas que, mesmo assim, tentaram reanimá-lo sem sucesso. O médico disse que em momento algum Murray informou a sua equipe que o cantor tinha recebido propofol horas antes, como posteriormente admitiu o médico de Michael durante a investigação.

Ed Chernoff, advogado de Murray, assegurou ao júri em sua alegação inicial que seu cliente administrou uma pequena dose de propofol ao artista depois que o “rei do pop” “rogou” pelo remédio que, segundo Chernoff, tomava há muito tempo para combater sua insônia.

A quantidade descrita por Chernoff é inferior à detectada na análise toxicológica realizada durante a autópsia de Michael. Murray disse aos médicos que atenderam o cantor no dia de sua morte que estava medicando o artista com o tranquilizante lorazepam para ajudá-lo contra seu “esgotamento” e “desidratação” devido aos ensaios nos quais estava envolvido o cantor.

Michael ia reaparecer em julho de 2009 com uma série de 50 shows em Londres que tinham como título This Is It.

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A cada hora mais depoimentos desencontrados…

Esta frase: “…clinicamente morto ao centro médico mas que, mesmo assim, tentaram reanimá-lo sem sucesso.”

A própria Dra. Richelle Cooper havia dito em entrevista, conforme link acima, que ela e sua equipe havia ressuscitado Michael Jackson 40 minutos depois e como é que agora a tentativa foi “sem sucesso”?

Lyllyan

Fonte: TMZ e Terra