Quincy Jones é um ator,compositor,diretor,produtor,magnata e mentor.Traballhou com todos,desde Dinah Washington,Frank Sinatra e Michael Jackson. Quincy Jones fez a história musical.Recentemente sentou-se com CNBC para uma entrevista.Aqui,ele fala das lições de vida,seus sucessos e as coisas que poderia ter feito de outra maneira.

Demorou ter ousadia para entrar no negócio da música?

 “Ousadia não é bem meu vocabulário. Eu era a pessoa mais sutil do mundo. Eu só ia apenas passar nas extremidades. E depois de um tempo, eles te convidam a entrar, porque creio que sempre temos que buscar os órfãos, porque não temos uma mãe.”

Um dos grandes do jazz, primeiro que conheci foi Count Basie. Que você chamou de figura paterna. O que aprendeu com ele?

“Basie me disse,Não há colinas e vales em nosso negocio. Descubra quem é quando estiver nos vales’. Uma vez, ele me tinha e tinha minha banda para substituir a banda dele, foi no Black Elks Club In New Haven. E só apareceu cerca de 700 pessoas, ele esperava 1800.Estavamos tocando Jazz moderno e não podiam dançar isso. Depois, ele me deixou de fora. E eu olhei assim acima e Basie que estava ali, me disse: “De a metade de seu dinheiro de volta” Eu disse: “O que está dizendo? Tenho que pagar a banda, disse a Basie. “Ele colocou seu nome na marquise e as pessoas não apareceram, isto não é culpa dele, isto é culpa sua, de a ele a metade do dinheiro de volta”. “E eu fiz”.

Que lição você aprendeu com seu próprio pai?

 “Meu pai sempre dizia: “Uma vez que começa uma tarefa, nunca a deixe até terminar”. Se o trabalho é grande ou pequeno, faça-o bem ou não. “E isso ficou gravado em mim e em meu irmão”. Qualquer coisa que faça, a excelência é um hábito. Ajustar os pinos de boliche, pegando morangos, cuidando dos filhos, limpando sapatos que não tenham importância, seja o que for, esvazie o copo toda vez e ele voltará duas vezes mais completo”.

Como você conseguiu ficar longe das drogas?

Eu não. […] com Ray Charles, isso é impossível. Tinha-me durante cinco meses. Então, eu somente cai da escada e isso foi tudo”.

Nem tudo que você fez foi um êxito. Como lidar com o fracasso?

 “Você comete seus erros para aprender como chegar às coisas boas. As coisas boas é que você nunca pode deixar de entender. Essa é a diferença entre os passos da vitória e os passos da derrota. Você retirar depois os passos da derrota e você torna-se cuidadoso e cauteloso. Tem que aprender a voltar, a subir muito rápido. Não se pode obter uma A “se tem medo de contrair uma F e seguir tentando, homem”.

 Você disse que é melhor subestimar que superestimar.

 “É um grande poder, homem. As pessoas ficam fora do seu caminho. Se superestima-las, elas estarão esperando a sua volta em cada esquina com armas. Mas, se você é subestimado, nada vai acontecer, assim não tem que preocupar-se com elas”.

 Como descreve seu estilo de produzir?

 “Eu acredito que o coletivo é mais forte que dizendo a todos cada nota que julgo. Você tem que construir uma base que se adapte a sua personalidade. E por está base, trabalhe. Porque sabemos que só pode ser tão ruim, porque você tem um fundamentos a prova de balas.”

 Você tem sido um viajante do mundo desde que tocou com a banda de Lionel Hampton, nos anos 50. Algum conselho sobre as viagens?

 “Ben Webster, o grande saxofonista de jazz me disse, “Youngblood, onde queira que vá no mundo, comer a comida que as pessoas comem, escutar a música que escutam e aprender 30 e 40 palavras em cada idioma”. Se aprende muito de outras culturas. É isto é verdade.”

 Qual é seu conselho para os jovens e os artistas musicais?

 “Eu digo a eles, que tenham um seguimento de cada um dos dez cantores que mais se apaixonaram e coloquem em um CD ou qualquer coisa que seja. E toca-las uma e outra vez. Escute ela e aprenda a copiar cada um deles. Não vai soar como eles. Mas vai a ter uma grande experiência de caminhar nos sapatos, de alguém que tenha caminhado em sapatos de um tempo muito longo.”

 Achei uma bela entrevista,Quincy mostrou ser um homem de muita sabedoria e conhecimento no ramo da música,o sucesso de Michael não foi à toa como sempre ele buscou os melhores.

Carol.

Crédito: Cnbc.