“Se ela está assim na terceira música, será que chega ao fim?”, dizia o segurança na entrada da pista VIP do show de Amy Winehouse, anteontem, no Rio, ao ver o começo da performance da inglesa. Ela chegou ao fim, mas cantou dez músicas -sete a menos do que em Florianópolis, no sábado.

Amanhã [terça], ela canta todas, se conseguir sair do Samaritano [hospital]. Hoje vai dormir lá”, dizia Murilo Benício. Sua namorada, Guilhermina Guinle, mostrava a amigos o “set list” do primeiro show de Amy no Brasil. “Olha só, ela pulou sete músicas! Tô decepcionada.”

“Ela não cantou nada!”, comentava a atriz Zezé Polessa. Já o diretor Marcos Paulo dizia: “Nossa, a musicalidade dessa mulher entrou nos meus ouvidos com uma potência! Tô impressionado”.

Susana Vieira aprovou a escolha do hotel de Amy.”Nossa, achei muito criativo terem colocado ela em Santa Teresa, com uma vista sensacional.” Por quê? “Lá ela se sentirá bem melhor que no Copa [Copacabana Palace].” Susana apostava em uma boa performance. “Esses artistas americanos, quando vêm pra cá, nunca fazem um show ruim.” Amy é inglesa.

Já Fernanda Lima sabia bem quem é Amy:”Quanto mais trash, melhor. Ela é muito frágil, uma menina. Não aguenta carregar nem o próprio corpo.”

Em um dos elevadores que davam acesso aos camarotes do HSBC Arena, Christiane Torloni guardava um leque no “cofrinho” a parte de trás da calça. “Que calor!”

Luana Piovani reclamou: “Pô, avisa a Amy que não tá fácil pra ninguém. Minhas irmãs pagaram R$ 700 [pista VIP] pra ver só uma hora de show”.(LÍGIA MESQUITA, do Rio).

Fonte: Folha. 

Kelinha.