Olá,

Vejam o vídeo da festa de lançamento, clique aqui:

Michael Jackson (1958 – 2009) é o mais novo artista pop a ter seus arquivos revirados em um álbum póstumo. Não é novidade buscar gravações antigas de cantores e bandas para realimentar a idolatria (e o consumo) dos fãs – a questão é se o material escolhido é digno da reputação do autor em questão. Assim, este Michael reflete bem os altos e baixos da trajetória de Jackson depois do sucesso absoluto de discos como Off the Wall (1979) e Thriller (1982).

Michael Jackson... (Photo: Reuters)

Eu coloquei está foto ilustrativa por dois motivos: primeira porque ele está lindo e outra eu vou pular…Rs

As 10 músicas do novo disco podem ser divididas em duas vertentes: as baladas e as dançantes. Este segundo grupo é o mais regular, com canções que certamente vão funcionar bem no terreno no qual Jacko realmente exerceu seu reinado, a pista de dança. Especialmente nas duas músicas que soam menos sobrecarregadas de efeitos: o funk pesado “(I Can’t Make It) Another Day”, com a ajuda decisiva de Lenny Kravitz, e a disco Behind the Mask, com seu baixo pulsante. Outras duas tratam da perseguição da imprensa, tratada como obsessão em “Breaking News” e como verdadeiro terror em “Monster” – nesta, os raps de 50 Cent não ofuscam os vocais rasgados de Michael.

Entre as canções mais lentas, há algumas um tanto dispensáveis – como “Keep Your Head Up”, que parece um manual de autoajuda, eBest of Joy”, meio melosa demais. Mas uma delas abre o disco com classe: “Hold My Hand”, o primeiro single, com canja do rapper Akon e coro gospel épico no final. Outra, “(I Like) The Way You Love Me”, começa com a voz de Michael em um gravador, explicando como deverão ser os arranjos de voz e bateria.

E a bela e tristonha “Much Too Soon” fecha o disco com uma mensagem comovente: “Espero mudar para melhor / Não deixar o destino controlar minha alma / Espero que minhas preces vejam / O dia em que você vai voltar para mim / Mas acho que aprendi minha lição cedo demais”.

Se eu me encontrar com este repórter que escreveu está matéria do “Clicrbr” juro que mostro para ele o que “meloso demais”…

Lyllyan e Eliete Jackson

Fonte: Clicrbs e R7