Quem gosta de sadismo, o sétimo e (teoricamente) último filme da franquia Jogos Mortais, Jogos Mortais – O Final (Saw VII, EUA, 2010), que estreia nesta sexta (05/11), é um prato cheio. 

O longa consegue, de forma positiva, conectar os outros episódios em um montante de flashbacks que ajudam o espectador a relembrar fatos importantes que aconteceram ao longo dos anos que passaram. Além da presença de Jigsaw (Tobin Bell), mesmo que in memoriam, há a volta de Mark Hoffman (Costas Mandylor), Dr. Gordon (Cary Elwes) e Jill Kramer (Betsy Russell). Destaque para a participação especial de Chester Bennington, vocalista da banda Linkin Park.

 Desta vez, tudo acontece por causa do comportamento oportunista de Bobby Dagen (Sean Patrick Flanery), que se fez famoso ao escrever um livro de sua história após sobreviver aos jogos mortais – mesmo nunca tendo sido vítima das armadilhas de Jigsaw. E é claro que o maníaco dá ao moço a oportunidade de contar uma história verdadeira. 

 Delatora

  Ao mesmo tempo em que Bobby enfrenta torturas para aprender sua lição, a ex-mulher de Jigsaw, Jill, recebe refúgio da polícia para contar o que sabe sobre o legado de seu ex, ameaçada por um dos últimos pupilos do mestre, o ensandecido detetive Hoffman.O frustrante é que a trama não é capaz de superar a dos antecessores. Lamentável. Ainda mais porque, para as mentes mais criativas, os minutos finais deixam uma lacuna que pode ser possivelmente preenchida com um oitavo capítulo da trajetória de John Kramer.

  Jogos Mortais – o Final se perde entre muitas cenas chocantes de tortura com closes realmente nojentos. A tecnologia 3D utilizada é uma incógnita, não faz a menor diferença – as cenas são poucas e sem impacto.De qualquer forma, não é justo desmerecer totalmente a produção. Mas é inegável que todo o terror psicológico com toques sádicos dos primeiros filmes fazem falta. Trata-se de uma das poucas franquias do gênero a sobreviver a tantos episódios com aprovação do público.

Fonte:Yahoo!
Bom filme!
Kelinha.