Olá,

Puxa! Faz tempo que não aprecio este docinho que por sinal é maravilhoso além de ser chique! Quem não provou, eu recomendo…

Coloridos e delicados, os docinhos franceses conhecidos como macarons têm se multiplicado nas vitrines de docerias e há até confeiteiros que passaram a se dedicar totalmente a eles. Com duas camadas que lembram um suspiro, o docinho é recheado com uma pasta que pode ser dos mais diferentes e inusitados sabores e é tema desta edição do Boa Vida.

A chef confeiteira Renata Fernandes, do atelier Folie, explica que a receita original leva farinha de amêndoas na massa e um corante alimentício que garante a graça dos docinhos. O recheio, afirma, é a parte que pode ser explorada. “Fazemos os mais diversos sabores, de beijinho a gin Tônica”, diz.

A chef-confeiteira defende a receita não é difícil, mas que há alguns macetes na realização. “O forno precisa estar bem regulado e a temperatura deve ficar o tempo todo entre 180 e 190 graus”. Para quem não tem um forno que permite regulagem precisa, ela sugere o uso de um termômetro de forno. “É um item fácil de ser encontrado e que pode ser usado para outros fins na cozinha”.

Outros materiais necessários são o chamado saca-puxa (saco plástico utilizado por confeiteiros para manipular massa e recheios), um “tapete” de silicone (que serve para forrar a fôrma) um bico de confeiteiro tamanho oito, para pingar a massa.

Renata afirma que o macaron tradicional deve ficar um pouco úmido por dentro e apresentar uma “saia”–uma parte mais aerada nas extremidades de cada parte do biscoitinho que vai ser recheado. O docinho, segundo ela, tem sido requisitado especialmente em festa de casamentos e dados como presente em caixinhas –no lugar de bombons.

Lyllyan

Fonte: Folha On-line