Olá,

Colaboradora: Camila

Esta notícia é do dia 24 de junho de 2009.

Ed McMahon morreu no dia 23 de junho na UCLA e a sua morte foi anunciada não pelo hospital, mas sim o seu empresário. A causa da morte também não foi informada.
Parece que essa UCLA não informa nada mesmo, deixa tudo por conta da família. A coisa lá deve ser meio liberada, cada um faz o que quer.

Mas ninguém me tira a ideia de que Michael Jackson está vivo.

Leiam e vejam o que acham:

O humorista e apresentador americano Ed McMahon, conhecido durante mais de 30 anos por seu papel no programa “The Tonight Show” com Johnny Carson, faleceu na madrugada desta terça, 23, aos 86 anos de idade, informa a imprensa local.

McMahon morreu na madrugada desta terça-feira no Centro Médico Ronald Reagan UCLA em Los Angeles, segundo informou a rede “MSNBC”, citando como fonte da notícia o empresário de McMahon, Howard Bragman.

O agente não especificou a causa da morte, já que, segundo disse, McMahon sofria de vários problemas de saúde nos últimos meses.

McMahon foi hospitalizado em fevereiro último por pneumonia, e tinha sido diagnosticado com câncer nos ossos.

Fonte: O Estadão

Farrah Fawcett

A atriz Farrah Fawcett, 62, conhecida por seu papel na série “As Panteras”, morreu na manhã desta quinta-feira (25), em um hospital de Los Angeles, informou seu porta-voz Paul Boch.

Nesta quarta-feira, Fawcett havia sido encaminhada a uma UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) devido à piora no seu quadro clínico, de acordo com o site do jornal americano “Extra”.

O único filho do casal, Redmond, de 23 anos, se encontra preso por problemas com drogas e não recebeu permissão para visitar e se despedir da mãe.

A notícia de que a ex-Pantera Farrah Fawcett estava com câncer veio à tona em outubro de 2006. Na época da divulgação, a atriz já havia se submetido a uma cirurgia para a retirada de um tumor do intestino grosso e fazia sessões de quimioterapia.

Fawcett publicou um comunicado no programa de TV “Entertainment Tonight”, no qual pedia para que a imprensa a deixasse em paz.

“Por favor, respeitem minha privacidade neste momento desafiador”, escreveu Fawcett.

No início de 2007, Fawcett anunciou que havia vencido a batalha contra o câncer após quatro meses de tratamento.

Este é um dia extraordinariamente feliz para mim e minha família”, disse Farrah por meio de um comunicado. “Durante todo esse tempo, recebi um tratamento tremendamente agressivo. Os próprios médicos me advertiram que seria a luta mais difícil da minha vida”, revelou a atriz. Ela acrescentou que, apesar “da dor insuportável e da incerteza”, nunca perdeu a esperança de se recuperar.

Em abril deste ano, o estado de saúde da atriz voltou a piorar, e ela precisou ser internada em um hospital de Los Angeles. A nova internação da atriz deu origem a boatos que diziam que ela estava “à beira da morte”.

Primeira entrevista

Em maio, o jornal “Los Angeles Times” publicou uma entrevista na qual, pela primeira vez, a atriz falava sobre sua doença. A entrevista havia sido feita em agosto do ano passado, com a condição de que só fosse publicada pelo jornal mediante a autorização prévia da atriz ou de Craid Nevius, produtor executivo do documentário “Farrah’s Story”.

Em 29 de abril, Nevius autorizou que o jornal publicasse a reportagem cinco dias antes da exibição do documentário, que seria transmitido pela NBC naquela semana.

Na conversa, Farrah contou sobre sua tentativa de provar que um dos funcionários do UCLA Medical Center repassou as informações sobre seu estado de saúde para a revista “National Enquirer” e sobre como era lidar com o câncer em meio ao interesse da imprensa.

“É muito mais fácil enfrentar algo sem estar sendo analisada por um microscópio. É estressante”, disse a atriz.

“Sua vida se resume à isso”, completou, contando que as pessoas ligavam para ela e perguntam somente sobre seu estado de saúde. “Você só fala sobre isso.”

Na conversa com o “LA Times”, Farrah criticou bastante a cobertura feita pela “National Enquirer” sobre a sua doença. A revista estampou em sua páginas, mais de uma vez, manchetes dizendo que a atriz estava à beira da morte ou desistindo de viver, como retrata o título de uma matéria publicada em dezembro de 2006: “Farrah implora: ‘Me deixe morrer’”.

Espião

Para Farrah, a comprovação de que era um funcionário do hospital que repassava as informações à revista veio em maio de 2007, quando recebeu a notícia de que seu câncer havia voltado.

Na ocasião, a atriz não havia contato para ninguém sobre a doença; somente seu médico sabia.

Dias após o diagnóstico, a notícia estava nas páginas da “Enquirer”. “Eu não acreditei na rapidez com que veio à tona”, disse a atriz. “Acho que foi quatro dias depois.”

O hospital começou então uma investigação e descobriu que um de seus funcionários acessava suas informações com mais frequência que seus próprios médicos.

A atriz então quis descobrir o nome do empregado, mas a direção da instituição não informou, alegando que “tinha a responsabilidade de proteger os funcionários”.

Fonte: G1

Bom, ela morreu de manhã e Mike foi à tarde. Será que ela estava na UCLA tb?
E não foi o hospital quem divulgou.
Agora eu pergunto: qual é a credibilidade desses hospitais americanos? Eles não são obrigados a oficializar a morte dos seus pacientes?
Então quer dizer que se Mike aparecer, o que vai ser explicado sobre esse hospital?
E essa história do jornal que vazou a notícia sobre a Farrah?
E o filho dela que não foi liberado para ver a mãe. E o Murray que matou o rei do pop está solto.
Olha, eu acho que lá a coisa é uma bagunça e é possível sim forjar a morte usando um hospital.
Se eles não tem nem obrigação de dar anúncio oficial.
O que vcs acham meninas?

Bjs

Camila