Ela começou imitando Celine Dion e Mariah Carey em frente à TV. Hoje, aos 17 anos, como boa parte das meninas de sua idade, só quer saber da Lady Gaga. “Me inspiro muito nela, copio os seus looks e o seu estilo”, derrete-se MC Brunninha pela exagerada artista do pop internacional.

O som que Brunna Lopes de Andrade escolheu para seguir carreira, porém, é o carioquíssimo funk. A adolescente é a mais nova revelação do gênero e estrela da Furacão 2000. “Nada contra quem faz funk de duplo sentido, mas minha linha é o melody, e direcionada ao público teen”, explica Brunninha.

Todo seu repertório é de autoria da própria mãe, a compositora Jane Lopes, que antes de descobrir o carisma da filha perante à TV só fazia músicas gospel. Portanto, não se enganem com títulos como Passar o Rodo, Ninguém Segura e Vem Me Amar, Amor. De sua boca, a MC e a mãe coruja garantem que jamais sairão apelos eróticos. “Me inspiro no cotidiano dela e das amigas adolescentes”, conta Jane.

Bela e carismática, Brunninha desconversa quando o assunto é relacionamento. “Eu tenho meus rolos, mas coloca aí que sou solteira”, sugere, justificando que é bom deixar um mistério no ar para os fãs. Viajando para se apresentar em diversas cidades do País -ela costuma fazer até cinco shows na mesma noite, nos fins de semana, para não atrapalhar os estudos- o assédio, normal, tem sido cada vez mais frequente. “Não vou citar nomes, mas até jogadores do Vasco e executivos da (cervejaria) Itaipava já chegaram em mim”, revela.

Nem Mallu, nem Camelo
Moradora de Inhaúma, a funkeira, que sonha ser como a Lady Gaga, revela outras paixões, como Justin Bieber. Fã do pop e adepta do Twitter, no entanto, jura que nunca ouviu falar na sua contemporânea revelada pela Internet, Mallu Magalhães. “Conheço não”, responde.

A informação de que se trata da namorada do cantor Marcelo Camelo de nada ajuda. “Marcelo quem?”. As coisas começam a se esclarecer quando o grupo do artista de sobrenome incomum vem à tona. “Los Hermanos eu já ouvi falar! Tô sabendo até que virei musa da galera emo, do rock”, conta, enquanto a mãe sugere fazer uma versão do Bon Jovi. Em ritmo de funk, claro.

Fonte:Terra.

Kelinha.